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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Força-tarefa tenta salvar o Pronto Socorro de Pelotas.

A partir das 18h de hoje entidades ligadas a área da saúde vão se reunir em Pelotas para discutir soluções para a situação crítica do Pronto Socorro. Nesta semana, a Universidade Católica de Pelotas (UCPel) anunciou que levaria ao Ministério Público as faltas ao trabalho dos médicos. Em contraponto, os profissionais apontaram a péssima estrutura, sobrecarga e baixa remuneração como motivos para as faltas.

Para buscar resolver a questão, além de representantes do Pronto Socorro, dos hospitais pelotenses, da Secretaria de Saúde municipal, foram convidados os chefes da divisão de convênios e da divisão de auditorias do Ministério da Saúde para participar do encontro.

Segundo o presidente da Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores de Pelotas, Ivan Duarte (PT), os representantes do Ministério deverão chegar durante a tarde para visitar as dependências do Pronto Socorro antes da reunião. Duarte conta que os chefes das divisões já adiantaram que não vão intervir na situação, mas se interar sobre ela e se possível ajudar com recursos, parte que lhes é cabível.

- É a partir deste encontro que começaremos a vislumbrar soluções, ainda não sabemos exatamente o que é necessário. Temos noção de que não será uma única e fácil solução - explica.

O diretor do Pronto Socorro, Ernesto Sousa Nunes, adianta que irá fornecer os dados atuais da instituição, pois entende que muitos que vão participar da reunião não sabem da real condição do local.

- Recebemos da prefeitura 50% do orçamento total do PS e o restante vem da UCPel e da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). No total são R$ 600 mil por mês, quando na verdade gastamos muito mais. A dívida não para de aumentar - conta.

Para o secretário municipal de Saúde, Francisco Isaías, o problema é antigo e foi originado no momento em que foi retirado os atendimentos de urgência dos quatro hospitais do município e encaminhados para um único lugar. Isaias adianta que vai relatar no encontro as ações do município para colaborar na questão.

- Estamos buscando auxiliar o Pronto Socorro. Vamos inaugurar uma unidade de atendimentos de urgência em breve, temos, ao contrário do que dizem, unidades básicas de saúde que fazem a sua parte, tanto que atendem parte dos pacientes que pelo quadro iriam para o Pronto Socorro. Além disso, vamos colocar em funcionamento nos próximos dias um Pronto Socorro dedicado aos casos de traumatologia, o que deve retirar 15% da demanda do PS atual - esclarece.

A questão da falta de atendimento médico, que foi exposta esta semana, será defendida pela delegada regional do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Sul, Gislaine Silveira de Vargas. Nos últimos dois meses, quatro profissionais pediram demissão e apenas uma das vagas foi preenchida deste então, segundo o diretor do Pronto Socorro.

A reunião acontece na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Pelotas e será fechada.

Quem participa do encontro

Diretoria do Pronto Socorro de Pelotas
Reitoria da Universidade Católica de Pelotas (UCPel)
Reitoria da Universidade Federal de Pelotas (UFPel)
Secretaria de Saúde de Pelotas
Promotoria Pública de Pelotas
Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores de Pelotas
Conselho Municipal de Saúde
Hospital Universitário São Francisco de Paula
Hospital da Fundação de Apoio Universitário
Hospital Beneficência Portuguesa
Hospital Santa Casa de Misericórdia de Pelotas
Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Sul (SIEMERS)
Sindicato dos Trabalhadores da Saúde
Coordenadoria de Saúde do Estado
Ministério da Saúde

Fonte:ClicRBS-Pelotas.


terça-feira, 3 de agosto de 2010

Universidade contrata mais profissionais para o PSP.

Para tentar reduzir a espera pelo atendimento no Pronto-Socorro de Pelotas (PSP), foram destinadas cerca de seis pessoas, entre professores e residentes da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) e Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Eles têm trabalhado no local deste segunda-feira. No dia anterior, dois plantonistas faltaram, o que motivou o deslocamento da equipe. Sobre a possibilidade de denunciar alguns médicos que se ausentam de forma constante, o reitor da UCPel, Alencar de Mello Proença, disse que não haverá procedimento formal junto ao Ministério Público. Segundo o reitor, haverá um diálogo com o MP sobre os problemas do Pronto-Socorro. Ele explicou que a ausência dos médicos será avaliada.

Ele conta que o deslocamento da equipe e as investigações das ausências somam o pico do que ocorreu no domingo, quando dois plantonistas faltaram. Para amenizar a espera pelo atendimento, que nesta semana passou a ser feito através da classificação de riscos, foram deslocados três professores do curso de Medicina e dois residentes. Um terceiro, que estuda na UFPel, também estava trabalhando no local. A delegada do Sindicato dos Médicos de Pelotas, Gislaine Silveira de Vargas, afirma que há poucos médicos no PSP. Ela citou o descontentamento dos profissionais pela baixa remuneração e sobrecarga de trabalho no conjunto dos problemas do PSP. A denúncia de um plantonista que estaria trabalhando em Canguçu será investigada, mas, segundo ela, não deve ser visto como um problema pontual.


Fonte:Diário Popular.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Acolhimento com Classificação de Risco começará segunda

Estudos, discussões, reformas. Seis meses depois, o anúncio: a partir da próxima segunda-feira (2) entrará em vigor o serviço de Acolhimento com Classificação de Risco do Pronto-Socorro de Pelotas (PSP). O sistema que prioriza os casos de emergência e urgência vai dividir os pacientes por cores. Vermelho, amarelo, verde e azul especificados por uma equipe de enfermagem logo na entrada da instituição de saúde para impor a regra que deverá agilizar o atendimento e encaminhar quem necessita apenas de atenção básica para uma das 11 unidades já engajadas no novo serviço.

O sistema é internacional e foi implantado no país em 2004. Após inúmeras visitas a diferentes instituições de saúde do Estado, a direção do PSP buscou no Hospital Conceição, de Porto Alegre, o espelho do que pode dar certo. São seis anos de trabalho com o mesmo serviço. Em uma palestra, realizada na semana passada, o enfermeiro e um dos responsáveis pelo acolhimento na capital gaúcha, Mário Neres, trouxe a experiência de quem vive a prática para informar e esclarecer possíveis dúvidas dos profissionais que atuarão diretamente com o novo sistema.

Fonte:Diário Popular.Por:Joice Bacelo.

sábado, 24 de julho de 2010

Atendimento nas unidades de saúde passará a obedecer classificação de risco

O atendimento nas unidades de saúde em Pelotas deve mudar no próximo mês. Profissionais que trabalham nos 52 postos e no Pronto Socorro participaram do Seminário de Acolhimento com Classificação de Risco, promovido pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) em parceria com o Hospital Universitário São Francisco de Paula (HUSFP/UFPel) na sexta-feira (23), onde começaram a ser treinados. O objetivo é agilizar os atendimentos através de um novo processo de classificação de risco para protocolo do Pronto-socorro de Pelotas.

Agora o atendimento aos pacientes será feito de acordo com a gravidade da situação e não mais pela ordem de chegada. Uma tabela dividida por cores apresenta a classificação de risco, e define os casos que devem ser atendidos nos postos de saúde, em ambulatórios, pronto atendimentos ou encaminhados ao PS.Inicialmente, 11 Unidades Básicas de Saúde estarão envolvidas no novo sistema, que deve ser implantado em 30 dias: Navegantes, Bom Jesus, Cohab Lindóia, Fraget, Py Crespo, Santa Terezinha, Pestano Caic, Vila Municipal, Fátima, Areal Fundos e Centro Social Urbano Areal.

Fonte: ClicRBS - Pelotas - Rafael Lopes, RBS TV.